O flamenco não faz distinção de cor, crédulo, etnia, idade, tipo físico, sexo ou qualquer outro rótulo que as pessoas inventam para pautar uma segmentação ou ainda justificar uma “impossibilidade”. Por isso considero o flamenco a mais democrática entre as artes, sendo que um dos seus grandes potenciais é justamente a capacidade de nos ensinar a olhar para nosso interior com generosidade e, de lá, extrair o que há de melhor. Assim, pelos olhos do flamenco, podemos nos ver muito além do espelho.

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